| | |
| Não há mais desculpas para descumprimento da Lei 11.738 A decisão (acórdão) do Supremo Tribunal Federal, publicada no Diário da Justiça de 24 de agosto de 2011, sobre o julgamento de mérito da ação direta de inconstitucionalidade (ADIn 4.167), torna inconteste qualquer opinião que desafie a constitucionalidade e a aplicação imediata da Lei 11.738 (Piso do Magistério), sobretudo quando observados os esclarecimentos do Tribunal na ementa da decisão, assim dispostos:
Em suma: o acórdão declara a Lei do Piso totalmente constitucional e reforça as orientações da CNTE condizentes à sua correta aplicação, recentemente divulgadas no jornal mural especial sobre o PSPN. Sobre a possibilidade de, nos próximos cinco dias, algum gestor público interpor embargos de declaração à decisão do STF, alegando possíveis obscuridades, contradições ou omissões no acórdão, a CNTE esclarece que essa ação (muitas vezes protelatória, e única possibilidade de recurso ao julgamento) não suspende a eficácia da decisão. Ou seja: a Lei 11.738 deve ser aplicada imediatamente. Importante reforçar que, para quem deixar de vincular (no mínimo) o piso nacional aos vencimentos iniciais de carreira, os sindicatos ou qualquer servidor deverão ingressar com Reclamação no STF, bem como denunciar os gestores, descumpridos da Lei, por improbidade administrativa. Em relação à hora-atividade, a falta de eficácia erga omnes e de efeito vinculante à decisão não dispensa o gestor público de observá-la à luz do parágrafo 4º do art. 2º da Lei 11.738, uma vez que o dispositivo foi considerado constitucional pelo STF. Nestes casos, a cobrança do cumprimento da Lei deverá ocorrer perante o judiciário local. Leia a íntegra do acórdão. (CNTE) Acesse o informe da CNTE 589 de 24 de agosot de 2011. Site: www.cnte.gov.br |



"É muito facil resolver esta questão da educação, tornar lei que todo filho(a) de deputado, vereador etc... deverão ser matriculados em Escolas da rede pública nivel fundamental e ensino médio. E depois de formação no ensino médio deverá estudar em faculdades particulares. Só assim resolveremos esta questão, por que USP não é para o pobre o filho do professor(a), e sim para o rico...e depois vem com a linda propaganda SEJA UM PROFESSOR!!! amo minha profissão de professor. Respeito, Dignidade...."
"Será que o constrangimento ocorreu? Será que, por conta disso, ocorrerá o mínimo de resposta a altura das colocações da DIGNISSIMA PROFESSORA Amanda Gurgel? Será que temos políticos capazes de se constranger por atos vergonhosos? Quero continuar sendo otimista. Mas, para isso é necessário que eu e outros Jorges e outras Amandas continuem falando com quem é de direito e de responsabilidade. Um abraço, Amanda."